Ah, o rádio

“O rádio tem sido muito importante para mim em vários períodos da minha vida. Ouvindo ‘Don´t go breaking my heart’, com Elton John e Kiki Dee, ou solo com ‘Tiny Dancer’, no carro de minha mãe e imaginando quantos belos sons foram feitos. Ouvindo os Ramones, The Clash, X, Devo, B-52´s e Talking Heads na KROQ quando tinha 9. Ouvindo The Gems, The Cramps, The Weirdos, The Circle Jerks e Black Flag no (programa) Rodney on the Roq, de Rodney Bingenheimers, com 9, 10, 11 e 12. Deitado no escuro à noite com meu rádio/gravador de K7, ouvindo o mais baixo possível, pois eu deveria estar dormindo, gravando todas as minhas músicas favoritas do programa de Rodney, às vezes gravando o programa todo. Gravando ‘I feel love’ de Donna Summers, com 13 anos, e percebendo a maravilha do som estereofônico, o primeiro hit completamente eletrônico, imaginando como uma música daquelas teria sido feita (…), ouvindo REM e Radiohead e sentindo que o rádio era minha única companhia (junto com minhas fitas k7 do Bob Marley e dos Butthole Surfers). O fato de muitas de nossas músicas terem alcançado as pessoas pelo rádio é algo do qual me orgulho muito.”
John Frusciante

Rá, uma mudança aqui e outra ali e podia tá sendo eu e não o grande Frusciante a falar isso.

Desse post do MauVal

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