3 acordes. E pra que mais?

Punk:Atitude. Esse é o nome do documentário que passou no GNT no último fim-de-semana. Sou suspeito pra falar porque considero o gênero o mais importante da música desde sempre. O que veio antes não me interessa muito e o que veio depois só aconteceu por causa daquela galera. E boa parte do pessoal que fez história tocando aqueles únicos acordes e, mais ainda, simplesmente transgredindo (transfressão, atitude, pensar que isso já teve relevância algum dia…), contribuem com depoimentos sobre o período. Achei interessante quando Henry Rollins disse que, se tivesse 17 anos, também adoraria Linkin’ Park: “tudo vai meio devagar até explodir num refrão esporrento…”. Fácil pra mim, que sou velho, simplesmente achar que Linlink’ Park é uma bomba e que não justifica o sucesso. Só que Linkin’ Park toca no rádio e é uma das poucas opções palpáveis pra quem tem 17 anos e não gosta dessa MPB horrorosa que anda por aí. E nem tem ídolos pra lembrar, flashbacks e tal. Só que no meio da década de 70 o pessoal também não gostava de rock progressivo, etc e tal, e simplesmente inventou um estilo que mudou a música jovem pra sempre. O que, infelizmente, é impensável hoje em dia.

Ao som de Buzzcocks – fallen in love

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