A lição da Copa

Copa, ainda?. Foi mal. Só pra dizer que não, eu realmente não torci pro Brasil. Incrível como eu não consigo um mínimo de identidade com o ex-treinador e seus bonecos amestrados. O que é Kaká senão um dos caras mais sem-sal da história da pelota? E que tal uma seleção que vai trocar dólares (muitos) por uma apresentação num país onde as pessoas têm sua mão cortada por roubar comida? (comissão técnica e jogadores nada tem a ver com isso, sei). Que bom que o título foi para as mãos de quem sabe jogar bola e, melhor, que ótimo que ouvimos tanto a palavra Ubuntu.

Screens

Não sei se você tem prazer, digamos, “visual”, ao olhar para a tela de seu computador. Eu tenho. Uso um sistema operacional bonito, estável, rápido e gratuito. E acho que 7 é um número que dá azar.

Ubuntu, Donky, finalmente um dock rápido e fácil, wallpaper no Hebus, splash do Gimp modificado aqui, VLC modificado aqui, pacote de ícones do Gnome aqui. E por aí vai. Saia da mesmice.

Um Tux rubro-negro

Se tem alguma coisa de que ninguém pode reclamar no Linux é o seu mascote. O Tux, criado em 1996 pelo programador norte-americano Larry Ewing, é um sucesso. O pinguim gorducho agrada gregos e troianos. Como eu já tinha falado aqui, o site CrystalXP.net tem uma coleção gigantesca de Tux fantasiados de todo jeito. Na minha primeira passagem pelo site observei o bichinho com a camisa de vários times do mundo, inclusive Brasil, mas nada da camisa do Mengão. Bem, esse problema foi resolvido, depois de apaixonadas reinvidicações no forum do site (isso há muuito tempo, mas eu só vi agora): pra alegria da Nação Geek, o usuário Cradle resolveu essa grande injustiça.

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Uma pena a camisa ser a antiga mas tá valendo. Alguém se habilita a criar um com a camisa nova?

Música Para Baixar

O Música Para Baixar começou no FISL 10. Eu estava no Fórum e, embora apaixonado por música, pouco interagi com o pessoal que trocava altas ideias de dia e fazia um som à noite em algumas bibocas de PoA. Sem entrar no complicado mérito de toda essa coisa (onde creio que o grande problema seja a solução que deva ser encontrada para a remuneração do autor, já que o artista intérprete sempre vai ter o show para se sustentar), vale dar uma passada no site do projeto e conhecer mais essa iniciativa e os “artivistas” do projeto. Free the music!

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Libre

Ah, o Fórum Internacional de Software Livre. O Décimo. Nerds e mais nerds. Café aos baldes, frio, Lula, palestras malucas, vontade de comprar um netbook, amizades, cansaço. Cabeludos e engravatados, juntos, for a better world.

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Seis embaixadinhas no estande da Sun e eu não voltei pra casa sem uma lembrancinha pro meu filho (nerds são ruim de bola). E não, ele não fede!

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Seja Livre

“Inproprietário – O mundo do software livre” é um projeto experimental, trabalho de conclusão do curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo dos ex-alunos Jota Rodrigo (Johnata Rodrigo de Souza) e Daniel Pereira Bianchi do Centro Universitário FIEO – UNIFIEO.
O torrent está aqui (arquivo AVI de 300Mb, pouco mais de meia hora de duração) e a primeira das 3 partes no YouTube aqui.

inproprietario

Ah, e além da relevância do assunto, tem-se ainda o toque rock’n’roll: nos créditos, música e banda que tem tudo a ver com o assunto: Freedom, com o grande Rage Against the Machine.

Eu, o chupacabras e a lama doce

Louco né? É que chegaram por aqui dois CD pra coleção. O Ubuntu 9.04 Jaunty Jackalope lançado há quase dois meses e que já tá redondão aqui (pedi o meu no Ship It pra guardar de lembrança) e o March to Sickness – tributo ao Mudhoney lançado pela Monstro Discos: 17 bandas tocando a tosqueira grunge da maravilhosa banda de Seattle. E aumentando meu fetiche por capinhas digipack. Play Fast and Gimme da code!

Eu, o chupacabra e a lama doce

Ciberespaço livre

“Nos últimos 70 anos, a humanidade têm colocado muita ênfase no copyright e isso se reflete na forma como se fazem negócios e como se confere valor a algo. Mas esse não é o único meio de proceder; tenho esperança de que vivam lado a lado os negócios tradicionais e projetos como o nosso, em que a fundação não protege tanto a propriedade intelectual em troca de conhecimento, participação, mais cérebros e inovação (…) acredito num futuro onde haverá mais software livre e aberto; parte dele gerará empresas, mas outra parte criará mais iniciativas como a nossa que não visam o lucro, mas dinamizar e tornar mais paricipativa a internet”

Mitchell Baker, criadora da Mozilla Foundation, em entrevista ao O Globo Digital

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