Assassinando clássicos

“I wanna die before get old”, já dizia o Who. Por Deus, não me critiquem por ser “novidadeiro”, não me culpem por alimentar hypes. Mea culpa. Mas ao assistir PIL tocando Rise no Jimmy Kimmel, ou Echo & The Bunnymen tentando reconstruir uma das melhores músicas de todos os tempos (Bring on the dancing horses no Coachella 2010), não me resta esperanças. Meus ídolos estão velhos, caquéticos, chorões, se prostituindo pra pagar as contas. Assistir a isso me anseia vômito. Não pisem no passado glorioso. Vão vestir seus pijamas! Meu mundo fall down quando descubro que Ian McCoulloch, que um dia foi … foi Ian, o que nome que eu queria dar ao meu filho, virou … isso. É por isso que eu pago um pau pra Mike Ness que ainda consegue arrepiar a molecada com seu Social D, arrebentando no Brasil ou um Lemmy da vida, cuja vida vira filme. Envelhecer é uma arte. Seus bunda-moles.

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