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do Dave Mott
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do Dave Mott
VMA, VMB, Multishow, cruzes.


Conhece o Wilber, né?
Tarde de sábado. Relax. Uma passada com calma nos feeds que realmente importam. Aqueles que eu não leio durante a semana porque sei que tenho que prestar atenção, quero ler com calma, curtir. Entre eles o RoncaRonca, do MauVal. Programa de rádio, amigo. E rádio é uma parada muito foda.

E lá, no meio de tanta coisa legal, duas pra chorar. Relembrar os velhos tempos que A Corrente de Jesus e Maria dominava o mundo. O Jesus, a banda da minha vida.

A lista dos melhores do ano na New Musical Express, em 85. Procurando coisa boa pra baixar?
E a outra o fantástico e finado Joe Strummer, citado num post em que um ouvinte cita o Unwritten Law, , filme que eu já tinha falado num post sobre grandes filmes punk. Quando o MauVal me veio com isso:
Emocionante.
Em Presidente Prudente? É o fim dos tempos mesmo.

Pra começar bem o dia, Avi Buffalo

Cada um com suas fraquezas …
Copa, ainda?. Foi mal. Só pra dizer que não, eu realmente não torci pro Brasil. Incrível como eu não consigo um mínimo de identidade com o ex-treinador e seus bonecos amestrados. O que é Kaká senão um dos caras mais sem-sal da história da pelota? E que tal uma seleção que vai trocar dólares (muitos) por uma apresentação num país onde as pessoas têm sua mão cortada por roubar comida? (comissão técnica e jogadores nada tem a ver com isso, sei). Que bom que o título foi para as mãos de quem sabe jogar bola e, melhor, que ótimo que ouvimos tanto a palavra Ubuntu.
Hoje é dia. E viva o Pai.
Não sei se você tem prazer, digamos, “visual”, ao olhar para a tela de seu computador. Eu tenho. Uso um sistema operacional bonito, estável, rápido e gratuito. E acho que 7 é um número que dá azar.




Ubuntu, Donky, finalmente um dock rápido e fácil, wallpaper no Hebus, splash do Gimp modificado aqui, VLC modificado aqui, pacote de ícones do Gnome aqui. E por aí vai. Saia da mesmice.

Do Lombardi
“I wanna die before get old”, já dizia o Who. Por Deus, não me critiquem por ser “novidadeiro”, não me culpem por alimentar hypes. Mea culpa. Mas ao assistir PIL tocando Rise no Jimmy Kimmel, ou Echo & The Bunnymen tentando reconstruir uma das melhores músicas de todos os tempos (Bring on the dancing horses no Coachella 2010), não me resta esperanças. Meus ídolos estão velhos, caquéticos, chorões, se prostituindo pra pagar as contas. Assistir a isso me anseia vômito. Não pisem no passado glorioso. Vão vestir seus pijamas! Meu mundo fall down quando descubro que Ian McCoulloch, que um dia foi … foi Ian, o que nome que eu queria dar ao meu filho, virou … isso. É por isso que eu pago um pau pra Mike Ness que ainda consegue arrepiar a molecada com seu Social D, arrebentando no Brasil ou um Lemmy da vida, cuja vida vira filme. Envelhecer é uma arte. Seus bunda-moles.