Ah, minas e guitarras … Alison “VV” Mosshart (que é o The Kills ao lado de Jamie Hince), Laura-Mary Carter (que forma o Blood Red Shoes ao lado de Steven Ansell) e Sharin Foo (que forma o Raveonettes ao lado de Sune Wagner) são um puta antídoto pra esse feriado frio.
Categoria youtube
Indiretas Já
Incrível a quantidade de referências e o pau cantando nos comentários no YouTube. Genial é pouco.
Tão perto de nada
Um amor só se acaba se não acha o amor… Cabine C que, na época, foi produzido por Luiz Schiavon, aquele que tocou no RPM e no Faustão 😦
Pra quem tava lá
Clássico
Há um ano atrás eu colocava no meu BlipFM: “não se deve mexer num clássico tão clássico”. Mas os caras mandaram bem demais.
Alice
Um show do Alice in Chains sem o Layne? E na mesma noite que o genérico Stone Temple Pilots? Sei lá, certas coisas prefiro manter muito bem escondidas em algum lugar desconhecido da minha mente.
“E eu estou errado por ter ido tão longe para encontrar um lar?”
You gotta stay positive
Tudo indo mal bagarai, boring na operadora de TV a cabo que me custa 100 mangos mas não tem p* nenhuma, tudo bagunçado, até que, num desses canais brasileiros escrotamente american style, me deparo com um (velho) ao vivo do Hold Steady, que me lembra que estou no caminho errado. É preciso pensar positivo.
Sweet
Just like honeeeeeeeey
Lindo. Para solitárias e depressivas noites escuras.
É então que eu mando tudo pro espaço
Passando pelo fantástico Hangoverhard, me deparo com um post sobre o Pegboy, bandaça punk americana que eu já tive até camiseta, e responsável por uma das músicas que eu mais gostei nos early 90’s: Revolver, que, só agora (Santa ignorância, Batman), descubro que é um cover do Mission Of Burma e que também já foi interpretada por Graham Coxon, Soul Asylum e o grande Moby, nessa versão incrível:
“That’s when I reach for my revolver, That’s when it all gets blown away”
Que prazer formidável
Ness, Mike Ness
É por causa disso que eu tenho 3 camisas do Social Distortion …
No Age
Minha nova banda nova favorita.
Bom dia
Coisas boas da vida
Tarde de sábado. Relax. Uma passada com calma nos feeds que realmente importam. Aqueles que eu não leio durante a semana porque sei que tenho que prestar atenção, quero ler com calma, curtir. Entre eles o RoncaRonca, do MauVal. Programa de rádio, amigo. E rádio é uma parada muito foda.

E lá, no meio de tanta coisa legal, duas pra chorar. Relembrar os velhos tempos que A Corrente de Jesus e Maria dominava o mundo. O Jesus, a banda da minha vida.

A lista dos melhores do ano na New Musical Express, em 85. Procurando coisa boa pra baixar?
E a outra o fantástico e finado Joe Strummer, citado num post em que um ouvinte cita o Unwritten Law, , filme que eu já tinha falado num post sobre grandes filmes punk. Quando o MauVal me veio com isso:
Emocionante.
Minha velhice
Isso, pra mim, sei lá, é como reler Os Meninos da Rua Paulo. My history, my fucking history.
Seja bem vinda de volta, Tracy Tracy.
Anima
Acho que meu primeiro contato com animações foi uma reportagem de TV sobre o Anima Mundi. Uma matéria sobre animações em 2 e 3D, massinhas, japoneses, etc. Desde então fiquei fã do festival e virei caçador de animações pela internet. Meu HD está cheio delas. Eu não sei se é ‘pior’ ser da geração Pica-pau e Tom & Jerry, ou da geração Toy Story e Vida de Inseto, ou de Wall-E e Tá Chovendo Hamburguer. A verdade é que todas essas obras parecem que não perdem o poder de cativar gerações inteiras ao redor do mundo.
Quando li hoje o Chico citando que seu filme preferido é Meu Vizinho Totoro, estranhei. Totoro? Animação japonesa de 1988 que eu não conheço! E olha que foi eleita a melhor animação de todos os tempos! Pelo trailer parece bem infantil, com aquelas musiquinhas meio chatas. Vou esperar e deixar pra ver quando o Arturzinho já estiver entendendo melhor esse divertido mundo in motion.

I feel good
Então vamos combinar assim: essa banda é fodona.
Eu acredito no rock
Aí eu me pergunto: será que quando eu tiver 60 anos ainda vou sentir tesão assim por uma bandinha sueca/norueguesa cuja vocalista tem 20 e poucos anos? Tomara.
O negão e o mé
Mussum e o segredo da vitalidade.
Quando a banda é boa …
… pode qualquer coisa. Autoramas tocando New Order, acústico e instrumental. Delícia.



