Gerador de passagens 1ª classe . Queria que esse bilhetinho fosse verdadeiro…
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Tulípio
Tulípio, edição 7, demais como sempre, e agora concorrendo a prêmios.
Vai em paz, cara
É punk quando os caras que você viu, ouviu e foram responsáveis por momentos maravilhosos na sua vida, simplesmente se vão. Li hoje no Rock For Masses, que recebeu do MauVal, que recebeu do Lariú:
“Hoje, lá pelas três da tarde, faleceu o Fábio Leopoldino. Fábio L., como na época do Second. Segundo informações de um amigo comum, que foi avisado pela mãe do Fábio, ele teve um infarto e não chegou sequer a receber socorro. Apenas pediu a mãe que ficasse com ele. Poético, como foram suas composições.(…)”
Meu vinilzão do Second Come não está aqui em casa agora, para que eu possa ouvir Run, Run no maior volume, como eu já fiz tantas e tantas vezes na minha vida. Mas eu nunca vou esquecer daquele cara, no palco do Garage há, sei lá, 15 anos atrás. Nunca.
Túnel do tempo
É de 2009. Mas parece saído de algum lugar na minha memória. Como eu ouvi coisas assim nos idos e saudosos 80’s/90’s.
Hegemonia
Somos um povinho
Hellradio
A quem devo minha desajustada formação musical? Onde e quando me tornei “roqueiro”? Não tenho a mínima. Novas Tendências e José Roberto Mahr? Mack Twist? MauVal? College Radio? Não sei, mas foi no rádio. E o Hellradio, também da saudosa e inesquecível Fluminense FM, faz parte desta lista de programas que mudaram minha vida. Era um programa apresentado pelo Tom Leão e por André X, mais conhecido como baixista da Plebe. Durou pouco, batizou alguns neurônios e fez estrago. Some kinda of fucking rock’n’roll.
Toda essa ladainha pra divulgar que Tom Leão está voltando com um programa de rádio na Multishow FM. Multishow FM? Rádio? Me lembra TV on the Radio! Deixa pra lá. Torcemos pra que dure mais que o programa do Gastão na Ipanema FM. Que seja disponibilizado em podcast, ao contrário do RoncaRonca (pô Mauval!). Como se eu tivesse direito de exigir alguma coisa de caras que mudaram meu mundo …
imagem por TiVid no deviantart
Sempre Flamengo
Aí eu choro
Eu no South Park
Feito no SP-Studio
Dance
Para quem não sabe: muita coisa boa rolando na cena. Não gosto dessa coisa baladas, clubes, raves. Não é minha praia. Mas a galera agita, e isso é ótimo. E que tal ganhar uma fitinha cassete com uns sons desse indie dance brazuca? Versão física só pra quem estiver em Sampa em 25 de maio. Mas, claro, tem versão virtual.
Via Popload
Ciberespaço livre
“Nos últimos 70 anos, a humanidade têm colocado muita ênfase no copyright e isso se reflete na forma como se fazem negócios e como se confere valor a algo. Mas esse não é o único meio de proceder; tenho esperança de que vivam lado a lado os negócios tradicionais e projetos como o nosso, em que a fundação não protege tanto a propriedade intelectual em troca de conhecimento, participação, mais cérebros e inovação (…) acredito num futuro onde haverá mais software livre e aberto; parte dele gerará empresas, mas outra parte criará mais iniciativas como a nossa que não visam o lucro, mas dinamizar e tornar mais paricipativa a internet”
Mitchell Baker, criadora da Mozilla Foundation, em entrevista ao O Globo Digital
Começou o ano
Ignorância
Desktop of the day
Mistura e banda. Que desce bem.
Mashup. Da Wikipedia: “Um mashup é um website ou uma aplicação web que usa conteúdo de mais de uma fonte para criar um novo serviço completo”. Nada. Mentira da enciclopédia livre. Mashup é quando DJs, músicos, ou sei lá, qualquer vivente habilidoso e criativo junta músicas de duas ou mais bandas e cria algo novo. Misturado. Ótimo pras pistas. Aquela sacada de riffs parecidos que, antes, só servia pra juntar o fim de uma música ao início da outra. Já era. Agora é tudo lindamente misturado. Diversão pura. Tá aqui um exemplo legalzão: baixe e curta.
Nunca vão nos derrubar
É nós
Não é nada disso que você tá pensando …
É apenas mais um sensacional álbum do Flickr: Coachella Porn. Pra quem não sabe, o Coachella é um dos maiores festivais de música do planeta. Grande sacada.
Via Urbe
My hero
Ele nasceu em 20 de fevereiro de 1967. E deu um tiro nos cornos em 05 de abril de 1994. Ele, definitivamente, foi o cara. O disco que balançou meu coreto. Que mudou tudo. Não venha me massacrar com historinhas de Beatles, Stones, Ozzy, Doors, Hendrix, etc. Nevermind. Nem ligo. Foi ele, Kurt Cobain, o vocalista-guitarrista-suicida que mudou meu mundo. Eu tava lá, naquele Hollywood Rock. Eu vi, e ninguém me tira isso. Eu não preciso de ídolos. Principalmente impostos. Zico e Kurt Cobain são caras que eu vi de perto. E meu mundo mudou por causa desses carinhas. Thankx, men!



















