Mini retrospectiva de uma das bandas da minha vida.
Categoria rock
You gotta stay positive
Tudo indo mal bagarai, boring na operadora de TV a cabo que me custa 100 mangos mas não tem p* nenhuma, tudo bagunçado, até que, num desses canais brasileiros escrotamente american style, me deparo com um (velho) ao vivo do Hold Steady, que me lembra que estou no caminho errado. É preciso pensar positivo.
Dia do Rock?
Essa história de dia disso, dia daquilo. Pra que? Frescura. Parece coisa institucionalizada …
Sweet
Just like honeeeeeeeey
Lindo. Para solitárias e depressivas noites escuras.
Aumenta!
É então que eu mando tudo pro espaço
Passando pelo fantástico Hangoverhard, me deparo com um post sobre o Pegboy, bandaça punk americana que eu já tive até camiseta, e responsável por uma das músicas que eu mais gostei nos early 90’s: Revolver, que, só agora (Santa ignorância, Batman), descubro que é um cover do Mission Of Burma e que também já foi interpretada por Graham Coxon, Soul Asylum e o grande Moby, nessa versão incrível:
“That’s when I reach for my revolver, That’s when it all gets blown away”
Preciso de 1128 horas
para ouvir todas as músicas que eu tenho no meu disco. Chega a ser engraçado …

Bandas de garotas

Ah, as bandas de garotas
Uma imagem …

… vale mais que mil palavras
Questions
Tudo bem que só eu talvez ainda acredite no rock, mas em tempos que “atitude” e “autenticidade” viraram lugar-comum, em tempos de zé-ruela-stars, apraz-me saber que ainda tem a galera do barulho, da verdade, do trampo feito com retidão.
Que prazer formidável
Lutador
“E veio a porra do Cobain e fudeu com tudo”. Como me chamou a atenção essa passagem do ótimo The Wrestler, com o figura Mickey Rourke. Em dado momento ele, Randy The Jam, e Marisa Tomei, no papel de uma decadente stripper, começam a, doidões, cantarolar hits oitentistas total “wasp” (Guns, Def Leppard), aquelas músicas de arena, sexistas e tal, que marcaram a década de 80 na América. E ao citarem que Kurt Cobain “fudeu com tudo”, por causa do baixo-astral de suas letras e ainda, bem sabemos, iniciar uma nova ordem mundial, vejo o quanto a música pode ser marcante na vida gente: para eles a derrocada daquele estilo poser (em contraste total à vida de seus personagens), que sucumbiu ante à melancolia do Nirvana, foi motivo de tristeza e depressão. E eu aqui, pensando naquele show maravilhoso e histórico de Kurt, Dave e Krist no Rock’n’Rio em 93, que me fez mergulhar de cabeça no então underground americano, fascinado que fiquei por aquela barulheira. Minha música preferida até então? Sweet child o’ mine, vai vendo …

Chapado
Um dos maiores discos que já ouvi nessa vida está completando 20 anos (aliás, acho que vou falar muito essa frase esse ano … 1991 … ah 1991). Meu vinilzão duplo é artigo de colecionador. Bobby Gillespie, assim como Dave Grohl, deixou o posto de baterista de uma banda linda, pra criar asas e se tornar um dos mais respeitáveis músicos do planeta. Afinal, “we wanna have a good time”.

Uretano
Acabo de assistir a “Dirty Money”, emocionante documentário sobre a história do skate no Brasil. Confesso que, por não praticar o esporte, estava buscando algo sobre a cena do hardcore brasileiro no início dos 90’s, que eu acompanhei tão de perto, trocando zines e flyers, assistindo a toscos vídeos gravados em VHS e, principalmente, colecionando demo tapes das bandas da época. Bem, pouco se fala de música no filme a não ser a menção do lançamento do Cold Beans, banda do grande Cesar Carpanez, de tantos bons seviços prestados à música brasileira.

Taí a cena do filme que mostra o EP do Cold Beans que, claro, tá na minha coleção, duvida?

Bem, pra quem não é da época pode não dizer muita coisa mas, pro veinho aqui, carai, emocionante.

Fascistas
Ness, Mike Ness
É por causa disso que eu tenho 3 camisas do Social Distortion …
No Age
Minha nova banda nova favorita.
Panela velha
SWU e seu discurso bonitinho de sustentabilidade. Válido até. Eu junto o reciclável, juro, e ando para os que não juntam. That’s me. Poucos cabelos para perder e muito pouco saco pra lidar com isso. 40, tá ligado. O Rage Against The Machine, banda pela qual já perdi, feliz, muitos litros de suor, criticado/elogiado por alguns por ter incitado a invasão da área “vip-mega-sei-lá-o-que”. Foda-se. Elogiado por uns abraçadores de lagoa (fred 04 salve), votadores de marina, total sem noção. Mas a música é igual, o ingresso é caro, o discurso é velho, foda era o Cobain e tal. Mas o Zack não foi burro de dar um tiro na cabeça e, por isso, deve viver precisando dar explicações de cada ato seu. A vida. Mais triste ver no piador (Tom Leao mode on), uma galere querendo que o Pixies saísse do palco pra poder ver um tal de Avenged Sevenquem. Pelo Multishow, lógico, aquele mesmo canal que cortou a transmissão do Rage porque … (sei lá por que, não me interessa), que errou os nomes das músicas do Pixies, que botou lá umas patricinhas impúberes nada a ver. E, diga-se, o mesmo canal bosta pelo qual eu estava vendo isso tudo. Vendo que Joey Santiago toca os riffs mais destrambelhantes da terra e que David Lovering, e sua carinha daquele maluco que vc chamou pra consertar o encanamaneto, cantando La La Love You, me faz acreditar na vida. Ou não.

Bom dia
Coisas boas da vida
Tarde de sábado. Relax. Uma passada com calma nos feeds que realmente importam. Aqueles que eu não leio durante a semana porque sei que tenho que prestar atenção, quero ler com calma, curtir. Entre eles o RoncaRonca, do MauVal. Programa de rádio, amigo. E rádio é uma parada muito foda.

E lá, no meio de tanta coisa legal, duas pra chorar. Relembrar os velhos tempos que A Corrente de Jesus e Maria dominava o mundo. O Jesus, a banda da minha vida.

A lista dos melhores do ano na New Musical Express, em 85. Procurando coisa boa pra baixar?
E a outra o fantástico e finado Joe Strummer, citado num post em que um ouvinte cita o Unwritten Law, , filme que eu já tinha falado num post sobre grandes filmes punk. Quando o MauVal me veio com isso:
Emocionante.


