Hoje uma amiga me mandou esse post sinistro no Buzzfeed: 23 Pieces Of Evidence That Punk Is Dead. A velha história do punk morreu. Moicano de perna-de-pau pagodeiro, putz. Como eu não sei se o punk nasceu, depois de ouvir milhares de banda assim rotuladas, ler vários livros e assistir muitos documentários sobre o assunto, consolo-me ouvindo Os Estudantes, por exemplo, ou divulgando, para quem ainda não viu, o mini documentário do Inocentes, das primeiras punks desse país, que já tocou no Bolinha e na Mara Maravilha. Ou seja, filhos, o assunto é batidão (entenda como quiser …)
Categoria rock
Rock in Rio de ú é ola
Quando Chuck Berry pendurou naquele piano, alguns meses antes de Elvis ser reprovado num teste da Stax, e criar o único estilo realmente mundial da música, ninguém poderia imaginar que WASP americanos seriam aplaudidos por uma multidão de terceiro-mundistas paspalhos que aplaudem o cara que denunciou o MP3, ou o que disse que seu pau é “um supremacista branco”. Abramos nossas fendas para o lixo americano!
Músicas instigam
Um dia normal no trabalho. Um tempinho para ouvir um som na hora do almoço. Aciono o play no meu BeyondPod e lá vem um podcast alheio, desta feita o Conexões, da Oi FM. Vários sons legais misturados naquele sono. Mas, filho, algumas músicas tem um troço qualquer que dão um start louco de não sei o quê. “Meu, quanto tempo não ouço isso. Que puta música linda do caralho. Que versão é essa”. Enquanto não chego em casa e aciono aquele som no meu player, acompanho a letra, busco por outras versões no YT, não sacio minha incontida vontade matar a saudade. Ou de não matar. De só lembrar. Músicas instigam.
Uma carona de volta ao paraíso
“Eu não posso ser livre com o que está preso dentro de mim”;
“Eu sorrio, mas estou enganando a quem”
Você sabia …
… que o The Clash é a melhor banda de todos tempos 🙂
O bardo, tchê
Quem já assistiu a um show do cara, bêbado (eu e ele), numa biboca suja e enfumaçada em Porto Alegre sabe que ele é o maior letrista desse país.
A melhor banda de todos os tempos da última semana
Minha mãe do céu, esses britânicos… Quando ninguém acredita mais neles … aparece isso, que coisa mais linda
É foda
“Alguns falarão da barriga branca. Da careca. Guitarra de plástico e “microfone-taco-de-baseball”. Alheio a críticas, só posso dizer que esse baixinho é o amor da minha vida. E que, graças a sei lá quem, trata-se de um momento só nosso. Que eu resolvi compartilhar, para que as pessoas saibam o que significa alegria.”
bestof 2012
No mar de listas de melhor de 2012, a Rolling Stone Brasil fez a sua. Mais uma que não deve ser levada a sério, claro, mas a única que tem Alabama Shakes na primeira posição. Yes!
Legal também que os Japandroids, melhor banda dos anos 10 (e o que é essa camisa do Hot Snakes!) aparece em quarto.
Gabba Gabba
Se esse doido soubesse o que significa pra mim …
Controlado pelo coração
NADA será como 1992
Seek and Destroy
A música certa na hora certa
Voltando de uma atividade profissional bacana, daquelas tipo “missão cumprida”. Nos amps da caranga rolando uma das maiores bandas dos 90’s, com o melhor vocalista da história do rock, sol na estrada. Que momento foda.
Obrigado ‘Seo’ Wilson
“olha, felicidade de um povo que só rebola, às vezes é a de um passarinho de gaiola”.
Quem sabe agora a molecada conhece o mestre Wilson das Neves.
Perrosky
Só hoje parei com calma pra ver o lineup do Lollapalooza Brasil (29 a 31 de março, em SP). Black Keys? Ótimo hein? Queens of the Stone Age, uma das melhores bandas que eu já ouvi, incrível! Hives de volta (assisti em PoA), com bom trabalho novo e mais um monte de gente boa ali no meio. Mas, ei, que é aquilo lá na última linha? Perrosky???? Aquele bandinha que eu assisti no Sesc Thermas aqui em Prudente (o túmulo do rock, diga-se), há coisa de um ano? Que eu gostei tanto que até comprei uma camiseta? Ha, muito maneira essa, vibrei.
Esquece e abstrai
O Autoramas não erra nunca
Social D
Ha, que bandaça. E que animação show.
100 riffs
Fico até arrepiado
Os chave preta
Nem vou bancar o velho chato do tipo “eu-conheço-isso-há-muito-tempo” (sim, eu gosto de Black Keys desde o início do século). Só acho incrível que uma banda, depois de tanto tempo de bons serviços prestados, consiga atingir o hype com músicas incríveis e um álbum tão bom quanto o El Camino. Se é para ouvir riffs velhos de guitarra que o façamos com gente de sangue novo e deixemos os velhinhos em paz.
E, ápice do ápice, o que deve ser, depois de tanta luta, ter um disco em sua homenagem, com uma música sua que junta, SÓ, os lendários Iggy Pop e Ginger Baker? Consagração é isso.
Musas
Ah, minas e guitarras … Alison “VV” Mosshart (que é o The Kills ao lado de Jamie Hince), Laura-Mary Carter (que forma o Blood Red Shoes ao lado de Steven Ansell) e Sharin Foo (que forma o Raveonettes ao lado de Sune Wagner) são um puta antídoto pra esse feriado frio.





