é o melhor filme do ano, fácil.
Eu acho e a Ana Maria também
Ninguém pediu, mas eu também fiz minha listinha de melhores plays de 2011 (sem ordem de preferência):
Esse post bacana do sempre ótimo Papo de Homem me fez lembrar que eu já queria ter postado aqui o seguinte: ficou fácil pra mim descobrir se uma pessoa tem ou não um gosto parecido com o meu em matéria de cinema. “Você gostou mais do Tropa 1 ou do 2?”. Se a resposta for 1, putz, esquece. Bordões pra hora da feira. Se 2, yes, isso sim é cinema.
Valeu Angelim, por aquela inesquecível tarde de domingo em Porto Alegre. E, Dedé, faz um gol de hexa e depois vem falar comigo.
Do Urublog

just fucking poetry
“O rádio tem sido muito importante para mim em vários períodos da minha vida. Ouvindo ‘Don´t go breaking my heart’, com Elton John e Kiki Dee, ou solo com ‘Tiny Dancer’, no carro de minha mãe e imaginando quantos belos sons foram feitos. Ouvindo os Ramones, The Clash, X, Devo, B-52´s e Talking Heads na KROQ quando tinha 9. Ouvindo The Gems, The Cramps, The Weirdos, The Circle Jerks e Black Flag no (programa) Rodney on the Roq, de Rodney Bingenheimers, com 9, 10, 11 e 12. Deitado no escuro à noite com meu rádio/gravador de K7, ouvindo o mais baixo possível, pois eu deveria estar dormindo, gravando todas as minhas músicas favoritas do programa de Rodney, às vezes gravando o programa todo. Gravando ‘I feel love’ de Donna Summers, com 13 anos, e percebendo a maravilha do som estereofônico, o primeiro hit completamente eletrônico, imaginando como uma música daquelas teria sido feita (…), ouvindo REM e Radiohead e sentindo que o rádio era minha única companhia (junto com minhas fitas k7 do Bob Marley e dos Butthole Surfers). O fato de muitas de nossas músicas terem alcançado as pessoas pelo rádio é algo do qual me orgulho muito.”
John Frusciante
Rá, uma mudança aqui e outra ali e podia tá sendo eu e não o grande Frusciante a falar isso.
“Documentário “Três Acordes de Cólera” por: Paula Harumi & Thais Heinisch – Ano: 2005 – TV PUC – Programa Comunicantes – Canal Universitário de São Paulo”
“O Renato Russo disse muito bem: um show do Cólera lava a alma”. E você, o que estava fazendo em 1979? O “Reverendo Redson” estava começando alguma coisa. Uma das maiores personalidades da música brasileira. Grande Redson, ainda sentimos sua falta.
Da série “porque-ninguém-pensou-nisso-antes”: “a La Boite Concept (…) criou um dock feito para notebooks, uma mesa na qual você pode apoiar seu computador e ligá-lo diretamente em um sistema de som potente e de qualidade.”
Vi na Trip
Aos que pagam-pau pra qualquer gringo mascarado e sem sal: Macaco Bong: from fucking hell of Cuiaba
E se você achou pouco eles podem tocar Nirvana de um jeito incrível, só deles. Lindo.
Há um ano atrás eu colocava no meu BlipFM: “não se deve mexer num clássico tão clássico”. Mas os caras mandaram bem demais.
E não param de inventar coisas que tentam reaproximar a música de algo”físico”, a tentativa de retorno do velho objeto de desejo. A última que vi foi o Playbutton, um button de aço inoxidável de 3cm de diâmetro que carrega um álbum inteiro em sua memória flash.
As limitações são várias. Não é possível, por exemplo, transferir as músicas para outro dispositivo. E o preço é alto. Mas o que achei mais lindo, além de existir um do Pains of Being Pure At Heart, é que as músicas vêm em OGG!
Pessoas que fazem isso não ficam ficam escrevendo asneiras pelo celular nas (cuspe!) redes sociais. Tô me lixando se você tá com dor de barriga, com sono, se teu ônibus atrasou, se teu deus é foda, se teu patrão é chato, se teu dia tá bom, ou tá uma merda. I really don’t give a fuck. Tenha uma boa ideia que não encha o meu saco, obrigado.
Projeto PARE from RandomSide on Vimeo.