é o melhor filme do ano, fácil.
Eu acho e a Ana Maria também
Esse post bacana do sempre ótimo Papo de Homem me fez lembrar que eu já queria ter postado aqui o seguinte: ficou fácil pra mim descobrir se uma pessoa tem ou não um gosto parecido com o meu em matéria de cinema. “Você gostou mais do Tropa 1 ou do 2?”. Se a resposta for 1, putz, esquece. Bordões pra hora da feira. Se 2, yes, isso sim é cinema.
Deixei passar o hype, como geralmente faço com filmes que acho que vão me interessar muito, mas mesmo assim só posso dizer uma coisa: chapei.
Lixo Extraordinário: site oficial
“E veio a porra do Cobain e fudeu com tudo”. Como me chamou a atenção essa passagem do ótimo The Wrestler, com o figura Mickey Rourke. Em dado momento ele, Randy The Jam, e Marisa Tomei, no papel de uma decadente stripper, começam a, doidões, cantarolar hits oitentistas total “wasp” (Guns, Def Leppard), aquelas músicas de arena, sexistas e tal, que marcaram a década de 80 na América. E ao citarem que Kurt Cobain “fudeu com tudo”, por causa do baixo-astral de suas letras e ainda, bem sabemos, iniciar uma nova ordem mundial, vejo o quanto a música pode ser marcante na vida gente: para eles a derrocada daquele estilo poser (em contraste total à vida de seus personagens), que sucumbiu ante à melancolia do Nirvana, foi motivo de tristeza e depressão. E eu aqui, pensando naquele show maravilhoso e histórico de Kurt, Dave e Krist no Rock’n'Rio em 93, que me fez mergulhar de cabeça no então underground americano, fascinado que fiquei por aquela barulheira. Minha música preferida até então? Sweet child o’ mine, vai vendo …

Acabo de assistir a “Dirty Money”, emocionante documentário sobre a história do skate no Brasil. Confesso que, por não praticar o esporte, estava buscando algo sobre a cena do hardcore brasileiro no início dos 90′s, que eu acompanhei tão de perto, trocando zines e flyers, assistindo a toscos vídeos gravados em VHS e, principalmente, colecionando demo tapes das bandas da época. Bem, pouco se fala de música no filme a não ser a menção do lançamento do Cold Beans, banda do grande Cesar Carpanez, de tantos bons seviços prestados à música brasileira.

Taí a cena do filme que mostra o EP do Cold Beans que, claro, tá na minha coleção, duvida?

Bem, pra quem não é da época pode não dizer muita coisa mas, pro veinho aqui, carai, emocionante.


Cada um com suas fraquezas …
Raro momento de folga aqui no QG. Mais um filminho. Nacional, claro. Se nada mais der certo. Logo no início, citação de Rosseau: “Uma sociedade só é democrática quando ninguém for tão rico que possa comprar alguém e ninguém seja tão pobre que tenha que se vender a alguém”. O release perfeito para um filme muito bacana. Que termina e aguça minha vontade de ouvir música brasileira: velharias como Gueto e DeFalla, rap sensacional de Flora Matos e Emicida. Tudo dos Monstros de Goiânia (Black Drawing Chalks matou minha tristeza pelo fim do Hellacopters). Desculpe, eu não preciso de enlatados gringos. Não mesmo, obrigado.

Acho que meu primeiro contato com animações foi uma reportagem de TV sobre o Anima Mundi. Uma matéria sobre animações em 2 e 3D, massinhas, japoneses, etc. Desde então fiquei fã do festival e virei caçador de animações pela internet. Meu HD está cheio delas. Eu não sei se é ‘pior’ ser da geração Pica-pau e Tom & Jerry, ou da geração Toy Story e Vida de Inseto, ou de Wall-E e Tá Chovendo Hamburguer. A verdade é que todas essas obras parecem que não perdem o poder de cativar gerações inteiras ao redor do mundo.
Quando li hoje o Chico citando que seu filme preferido é Meu Vizinho Totoro, estranhei. Totoro? Animação japonesa de 1988 que eu não conheço! E olha que foi eleita a melhor animação de todos os tempos! Pelo trailer parece bem infantil, com aquelas musiquinhas meio chatas. Vou esperar e deixar pra ver quando o Arturzinho já estiver entendendo melhor esse divertido mundo in motion.

Obama? Lula? Tsc tsc. Joe Strummer é o cara. I wanna riot. Um documentário de 2007 que eu ainda não vi. Mas o trailer já acelerou meus batimentos.
Aproveita e dá uma olhada no site da Strummerville, fundada por amigos e familiares do cara, e que dá suporte a novos músicos. Caridade com grife.
Eu não via muito a Sessão da Tarde. Acho que por ter uma mãe que não gostava muito da ideia e fazia de tudo pra que eu ficasse estudando ou inventava umas tarefas pra ajudá-la em casa (e isso não é uma reclamação), mas é fato que essa sessão de cinema está no imaginário da galera que hoje tem seus 30 e muitos. Como muita coisa na TV a Sessão da Tarde já não é de longe a mesma, e foi bom relembrar essa listinha do Top 20 do Filmes do Chico.
Legal. Mas cadê Karate Kid e cadê, principalmente, Stand By Me??
Em homenagem ao filme do ano, um desktop muito simples (ícones aqui), já que eu não curto muito esse widgets, desklets, etc, que, claro, rendem belos desktops mas, enfim, como ficamos quase o tempo todo olhando para a cara do Firefox mesmo, acho que um desktop enfeitado demais só serve mesmo pra impressionar os amigos…
Baseando-me no fato de que X Men 2 é melhor que o primeiro e que Homem-Aranha 2 idem …
Eu sou tido como um cara do contra. O que gosta de filmes e música que ninguém conhece, o cara que só usa software livre e tal. Claro, nem todo mundo acha isso, eu não ligo pra isso e isso não é verdade (eu sou Flamengo, quer coisa mais popular?). Esse humilde blog começou no dia que eu vi a página do Dead Fish na internet, lançando disco novo. Toda feita em Flash. E eu arrumei uma inimizade com o cara que fez o site porque escrevi pra ele dizendo que punk não combinava com software proprietário. Pra mim, inocente e radical, isso era uma contradição. O tempo passou e fiquei mais na minha, não compro briga. Nevermind. Don’t give a fuck. Ouço minha música e tomo minha cerveja. E continuo observando tudo por aí.

Bem, e o Indiana Jones? Marcelo Janot, no Cultblog (sobre a programação do Telecine Cult), conta que na pre-estréia para a imprensa foi tratado tal e qual um terceiro-mundista: entrar na sala de exibição exigiu revista rigorosa, tratamento desrespeitoso por parte da distribuidora, etc. Então ele foi reclamar com uma amiga da Paramount. Então vê: “O tratamento humilhante imposto aos jornalistas brasileiros é, segundo as palavras dela, “ordem expressa da Lucas Film”. Ou seja, é a mesma linha de raciocínio utilizado pelos americanos para te revistar, esculachar ou até mesmo te deportar caso na hora de entrar nos Estados Unidos o funcionário da imigração não vá com a sua cara: até que seja provado o contrário, todos nós, cidadãos de terceiro mundo, somos terroristas e pirateadores de filmes em potencial. Que pena, George Lucas. Como alguém que sabe ganhar tanto dinheiro consegue adotar uma postura tão burra?”.
E agora? fico com a alegria que George Lucas já me proporcionou, ou fico com raiva em ler uma coisa dessas? Eu ainda nem vi o filme. Vou boicotar, deixando George Lucas 10 reais menos milionário? Ou vou comprar centenas de cópias nos camelôs e ajudar a destruir o império ianque?
Começa com “Back in Black” do AC/DC e termina com “Iron Man” do Black Sabbath. É o que se percebe no trailer do filme do super-herói mais geek de todos os tempos: em maio de 2008: Iron Man, o filme

Imperdível: matéria do El Cid no Whiplash: As muitas bandas da cultura pop. Conhecidas ou obscuras formações musicais saídas dos quadrinhos, dos seriados, enfim, da subacultcha: Driveshaft, a banda do Charlie, de Lost, Netunos, a banda do Tutubarão, Stillwater, a banda do ótimo Quase Famosos, e por aí vai.



De novo no Rotten Tomatoes: Os melhores scifi de todos os tempos. And the winners are: